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Confira: Alagoa Grande realiza entre 13 e 14 de abril a “Caravana Ariano Suassuna”

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O Instituto Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba, realizará em Alagoa Grande, Brejo paraibano, entre os dias 13 e 14 de abril a “Caravana Ariano Suassuna, Patrimônio Nosso”. As inscrições são realizadas na Secretaria Municipal de Educação, no prédio da Prefeitura da cidade.

No dia 13 ocorrerá um Minicurso Patrimonial, no auditório do CRAS (Centro de Referência e Assistência Social), das 08h30 ás 11h30, e das 14h00 ás 17h00.

Já no dia 14, os organizadores realizarão um Espetáculo da CIA Boca de Cena, a apresentação acontecerá em frente ao Teatro Santa Ignez.

 Biografia de Ariano Suassuna.

Idealizador do Movimento Armorial e autor das obras Auto da Compadecida e O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, foi um preeminente defensor da cultura do Nordeste do Brasil.

Foi Secretário de Cultura de Pernambuco (1994-1998) e Secretário de Assessoria do governador Eduardo Campos até abril de 2014.

Ariano Vilar Suassuna nasceu na cidade de Parahyba, atual João Pessoa, no dia 16 de junho de 1927, filho de Rita de Cássia Dantas Villar e João Suassuna. Seu pai era então o presidente do estado da Paraíba. 

Ariano nasceu nas dependências do Palácio da Redenção, sede do Executivo paraibano. No ano seguinte, seu pai deixa o governo da Paraíba, e a família passou a morar no sertão, na Fazenda Acauã, em Sousa.

Com a Revolução de 1930, João Suassuna foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro, e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. Nessa cidade, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.

O próprio Ariano Suassuna reconhecia que o assassinato de seu pai, ocupava posição marcante em sua inquietação criadora. No discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, disse:

“Posso dizer que, como escritor, eu sou, de certa forma, aquele mesmo menino que, perdendo o pai assassinado no dia 9 de outubro de 1930, passou o resto da vida tentando protestar contra sua morte através do que faço e do que escrevo, oferecendo-lhe esta precária compensação e, ao mesmo tempo, buscando recuperar sua imagem, através da lembrança, dos depoimentos dos outros, das palavras que o pai deixou”.

Fonte da Biografia; Wikipédia.